14 de Agosto, 2012
"Anderson Adauto foi buscar (os recursos) no PT. Não foi buscar de qualquer traficante"
O advogado Roberto Pagliuso disse que Adauto só é réu no processo porque fez um único telefonema ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
Segundo Pagliuso, Adauto ligou para Delúbio para ajudar o ex-deputado Romeu Queiroz.
Segundo Pagliuso, Adauto ligou para Delúbio para ajudar o ex-deputado Romeu Queiroz.
O advogado disse que Queiroz procurou Adauto para saber como poderia saldar suas dívidas de campanha, pois as contas não estavam fechando.
Diante disso, Adauto contou a Queiroz que ele recebeu o dinheiro para pagar suas dívidas de campanha de Delúbio Soares. “Houve, de fato, uma única conversa de Anderson Adauto com Romeu Queiroz. […]
E esse telefonema [a Delúbio] lhe custou a condição de réu pela prática do crime de corrupção ativa.”
Pagliuso disse que não havia relação entre Anderson Adauto e Roberto Jefferson e garantiu que Adauto não participava de reuniões de cúpula dos partidos.
“A relação entre o PT e o PTB era contínua, estável. Anderson não transitava na cúpula desses partidos, ele se filiou ao PL em 2002, acompanhando o vice-presidente José Alencar. Ele era recém-chegado ao PL, por isso, não participava de nenhuma reunião de cúpula.”
Na ação penal, Anderson Adauto responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Adauto foi ministro dos Transportes entre 2003 e 2004 e, atualmente, é prefeito do município mineiro de Uberaba.
Na ação penal, Anderson Adauto responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Adauto foi ministro dos Transportes entre 2003 e 2004 e, atualmente, é prefeito do município mineiro de Uberaba.
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