10 de Agosto, 2012
"Separar mensaleiro de mensageiro"
Pedido feito ao STF pela defesa de Jacinto Lamas, ex-assessor do antigo PL
Sou apenas ex-tesoureiro do PL, atual Partido da República, (PR),diz ele.
Jacinto Lamas afirma que agiu a mando do chefe, o deputado federal
Valdemar Costa Neto, ao receber o que o Ministério Público classificou
como "propina encaminhada pelo núcleo do publicitário Marcos Valério por
ordem do PT" ,dentro do suposto esquema do mensalão.
"Era o chefe deles. O chefe mandou ele ir lá sacar e ele foi lá e sacou",
diz o advogado Délio Lins e Silva Júnior.
O partido teria recebido "no mínimo" R$ 10,8 milhões para apoiar o governo
do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em votações importantes, segundo o MP.
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